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Quanto custa um site em 2026: os valores reais

Resposta rápida

Quanto custa um site em 2026?

Um site profissional custa de R$ 35 a R$ 500 por mês no modelo de assinatura, ou de R$ 900 a R$ 15.000 à vista num projeto fechado, conforme o tamanho. Abaixo disso existe plataforma gratuita, que não cobra em dinheiro e cobra de outro jeito. Os valores da TECNADOS são R$ 197, R$ 297 e R$ 497 por mês, sem entrada.

Quase todo texto sobre preço de site termina em “depende” e um formulário. Esta página faz o contrário: abre os números, diz de onde cada um vem, e mostra os casos em que a resposta certa é não contratar nada disso. Os valores de referência foram apurados no mercado brasileiro em agosto de 2026.

De onde vem o custo: as cinco linhas que todo site tem

Independente de quem faça e de como cobre, um site no ar tem cinco despesas. Só uma delas tem preço público e fixo — as outras variam com o fornecedor, e é aí que os orçamentos passam a divergir.

O que compõe o custo de um site — referências de agosto de 2026
LinhaO que éOrdem de grandeza
DomínioO endereço, registrado no nome da empresaR$ 40,00 por ano (preço público do registro.br para .com.br)
HospedagemO servidor onde o site ficaDezenas de reais por mês, conforme o porte
CertificadoO cadeado — sem ele o navegador marca o site como não seguroPode ser gratuito; o trabalho é a renovação não falhar
ManutençãoAtualizar o que roda por baixo, antes de virar brechaVaria com quem faz
BackupCópia com restauração testada — cópia que nunca foi restaurada não é backupVaria com quem faz

As três últimas linhas não têm preço de tabela porque não são produto, são trabalho. É por isso que dois orçamentos do “mesmo site” podem diferir em cinco vezes: um deles está incluindo esse trabalho e o outro está deixando para você.

Quanto custa um site por mês?

No modelo de assinatura, a faixa observada no Brasil em agosto de 2026 vai de cerca de R$ 35 a cerca de R$ 500 por mês. Catorze vezes de diferença entre as pontas, para um produto com o mesmo nome. O que muda não é só o site — é o que a mensalidade cobre.

Ponta de baixo (R$ 35 a R$ 90)Costuma cobrir a hospedagem de um site montado sobre modelo pronto, com pouca ou nenhuma alteração inclusa. Domínio e certificado às vezes entram, às vezes não. Vale conferir se o domínio fica no seu nome.
Ponta de cima (R$ 200 a R$ 500)Costuma incluir domínio, hospedagem, certificado, backup, monitoramento e alterações de conteúdo ao longo do ano — ou seja, as cinco linhas da tabela acima resolvidas por um preço só.

A pergunta que separa as duas pontas não é “quanto custa”, é “quem conserta quando quebrar”. Um site é software: ele quebra sozinho com o tempo, porque o que roda por baixo dele muda. Quem cobra pouco normalmente não está incluindo esse dia.

Os quatro jeitos de ter um site, e quanto cada um custa de verdade

1. Plataforma gratuita

Não cobra em dinheiro e cobra de três outras formas: o endereço fica no nome da plataforma, o que impede o site de acumular reputação própria; costuma haver marca ou propaganda na página; e sair depois é difícil, porque o conteúdo fica no formato dela. Serve para testar uma ideia. Para receber cliente, o domínio próprio é o mínimo — e ele custa R$ 40 por ano.

2. Assinatura mensal

Entrada zero e uma mensalidade que cobre o site no ar. Faz sentido para quem não tem, e não pretende ter, alguém interno cuidando de hospedagem, atualização e correção. O risco a verificar é um só, e é sempre o mesmo: de quem fica o domínio e o conteúdo se você sair. Se a resposta não estiver por escrito, é porque a resposta não é você.

3. Projeto fechado, pago à vista

Um valor combinado, o site entregue, e acabou. É o melhor caminho quando existe quem cuide do site depois — e o pior quando não existe, porque as cinco linhas da tabela continuam vencendo todo mês, agora sem ninguém responsável. Ao comparar com uma assinatura, some ao valor fechado o custo anual de manter.

4. Fazer você mesmo

Custa o preço das ferramentas mais o seu tempo. Costuma ser subestimado porque o tempo não aparece na fatura. É uma escolha legítima quando o site é simples e quando quem faz tem interesse real no assunto; é uma armadilha quando vira mais uma tarefa pendente de quem já não tem tempo.

Quanto custa manter um site no ar por ano?

Essa é a conta que quase nunca aparece no orçamento, e é a que decide se o site vai estar no ar daqui a dois anos. Um site parado, num plano básico, sai por algo entre R$ 300 e R$ 900 por ano só em contas — domínio, hospedagem e certificado. Um site que recebe alterações soma a isso o custo de quem as faz.

Essa conta tem página própria, porque é uma família de perguntas inteira — quanto custa manter um site no ar abre as cinco despesas recorrentes uma a uma, com o que quebra quando cada uma falha.

A conta que revela o preço real de um orçamento fechado

Pegue o valor do projeto e some o custo de manter pelo número de anos que o site vai viver. Um projeto de R$ 3.000 com R$ 600 por ano de manutenção custa R$ 4.200 em dois anos e R$ 5.400 em três.

Agora divida pelo mesmo prazo e compare com a mensalidade. É essa a comparação honesta — a conta acumulada de 12, 24 e 36 meses está aberta nesta página, com os cenários em que cada modelo ganha.

Por que dois orçamentos do mesmo site chegam tão diferentes

Três perguntas explicam quase toda a diferença de preço entre propostas:

Antes de comparar dois valores, confirme que os dois incluem as mesmas cinco linhas. Orçamento que deixa itens de fora parece mais barato e não é — as contas continuam existindo, só mudam de dono.

O preço muda conforme a cidade?

Não muda. O atendimento é 100% online, com o mesmo prazo e o mesmo preço em qualquer cidade do país: R$ 197, R$ 297 ou R$ 497 por mês, sem entrada e sem fidelidade. Preço de site não muda por cidade — o que muda é de quem você consegue cobrar responsabilidade quando algo quebra.

E quando a resposta certa é não contratar

Se o negócio ainda não tem o que colocar no site, o site não resolve. Se a demanda é responder mensagem mais rápido, um site novo não muda isso. E se já existe equipe de tecnologia interna, uma assinatura de site é uma camada a mais sem função. Dizer isso custa contrato, e continua sendo verdade — a comparação entre site e perfil em rede social está aberta nesta página.

Onde ver os valores da TECNADOS

Todo o contato antes do contrato é por escrito, pelo formulário. Sem reunião, sem ligação e sem vendedor insistindo. A resposta sai em até dois dias úteis, com escopo, prazo, valor e o que não está incluso.

Pedir orçamento por escrito Ver planos e preços Valores de mercado apurados em agosto de 2026. Preços da TECNADOS conforme tabela 2026 para novos contratos. Página atualizada em 3 de setembro de 2026.